Cena deletada de "It: A Coisa" mostra Pennywise comendo um bebê

outubro 13, 2017 Unknown 0 Comments


Nessa semana, caiu na internet vários trechos do roteiro original de “IT: A Coisa” e um deles mostra uma das cenas, senão 'A Cena' mais macabras que um filme poderia / já mostrou na vida.
Quando Bill Skarsgård, ator que interpretou o Pennywise, contou em entrevista para a Variety detalhes deste momento, não era possível imaginar muito como seria. Apenas ficava a dúvida no ar…
“Filmamos uma cena que se passava em 1600 e era um flashback, antes do Pennywise se tornar o Pennywise de verdade. A cena ficou muito perturbadora. Eu ainda não era o palhaço dançarino por completo. Acredito que eles vão explorar mais essa cena no segundo filme. Ela mostrava que a entidade dA Coisa estava adormecida há milhares e milhares de anos, mas acabou cortada no final.”
A cena além de ser muito assustadora, dá a entender que Pennywise escolhe as suas vitimas, mas fica no ar a dúvida...qual seria o motivo para uma visita do Palhaço?
Se você não tem problemas com CONTEÚDO SENSÍVEL, leia:
1637: INT. WELLHOUSE – NOITE
Abigail, 19 anos. Ela entra apressada na casa e fecha a porta. Como se tentasse manter o próprio Satanás lá fora. Ela agarra seu bebê junto ao peito, protegendo-o de algo. Senta-se junto às labaredas da lareira. A criança está incomodada.
– ABIGAIL: Agora não, shhhh, será… – Ela para de falar quando reconhece algo estranho nas sombras.
A jovem então percebe que um pequeno candelabro não muito distante gira lentamente, como se uma força sobrenatural estivesse direcionando toda a luz do ambiente em sua direção. Ela ouve alguma coisa se arrastar nas sombras. A câmera vasculha a sala e ocasionalmente e então vemos sua silhueta preta ali parada, mudando de forma como se tentasse decidir qual seria a sua aparência.
– ABIGAIL: Por favor, Demônio… nos deixe. Deixe nossas crianças em paz!
Pennywise surge nu, com sua pele clara, pálida e translúcida, em uma imitação mal formada de um humano. A criatura abre sua boca cheia de dentes afiados, pingando saliva. Cada vez que a luz atinge o rosto dele, uma nova figura está ali – Um homem. Uma mulher. Uma fera. Um monstro.
– PENNYWISE: Você me confundiu, mulher. Não sou um mero diabo, eu sou o Comedor dos Mundos.
Sua voz arrepiante soa cortante, metálica e profunda, como nada deste mundo.
– ABIGAIL: Mas a minha filha, a minha filha não… Ela é inocente…
– PENNYWISE: Isso é o que você diz.
O bebê grita e Pennywise sorri.
– PENNYWISE: Belo medo…
– ABIGAIL: Eu imploro, me leve e deixe ela em paz!
A criatura caminha e a jovem recua.
– PENNYWISE: Eu levo você. E depois, volto para levar ela. E o teu marido e o resto dos teus filhos, e todos os selvagens que te trouxeram aqui. E quando todos apodrecerem na terra, eu vou pegar os teus ossos secos para que não sobre carne nenhuma. Depois consumirei as suas almas até que sobrem apenas as ervas daninhas! Ou pode viver sua vida e se ocupar de outra forma sem me interferir. Eu a levarei e tu viverás, e os seus outros filhos e todos que não me interessam.
Abigail olha para o bebê novamente. As duas estão tremendo, ela não quer deixar a filha. Uma batida e a porta atrás da jovem se abre.
Um menino de 6 anos aparece: – Mamãe?
– ABIGAIL: NÃO! VOLTE! AGORA!
Amedrontado pela sua mãe, o menino corre e bate a porta. Abigail volta-se para Pennywise, onde quer que ele esteja agora na sala. A luz do ambiente parece girar mais rápido agora e ela não encontra mais a silhueta da criatura nas sombras. Ela beija a sua filha e a coloca no chão.
Ela se afasta do bebê e vira de costas, encarando as labaredas da lareira. A câmera também vai se afastando e perdendo o foco. Pennywise então surge e se rasteja para o bebê. A criatura começa a devorá-lo. Ouvimos gritos e vemos o desespero de Abigail tomar conta.
Mas então, sua expressão vai mudando. Medo. Negação. Tristeza. Aceitação… Em poucos segundos, seu olhar fica neutro, como se apenas apreciasse as chamas dançando na lareira e nada de horrendo acontecesse bem ali, há 5 passos de distância.
Com um som horrendo e alucinante de mordida, o bebê se silencia.

Corta a cena.”
Depois dessa, a única coisa que eu tenho a dizer é...to todo me tremendo. 

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